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Cirurgia de Estrabismo

A cirurgia de estrabismo corrige o desalinhamento do globo ocular. Ela restabelece o equilíbrio entre as forças dos músculos oculares externos, permitindo a estabilidade normal dos olhos. Pode ser feita por estiramento ou por retraimento dos músculos extraoculares. Seu resultado é fazer os olhos se manterem alinhados a longo prazo.

Ao alterar a posição dos músculos que ficam em torno do globo ocular, conseguimos alinhar a maneira como esses músculos dirigem a movimentação dos olhos. Assim, recupera-se a visão binocular.

Para uma compreensão exata do grau de estrabismo, por meio de um diagnóstico confiável e seguro, é necessário visitar um oftalmologista.

Na clínica, serão realizadas observações do reflexo corneano à luz (teste do reflexo) e uma avaliação de oclusão e movimento ocular. Além também de outros exames úteis para confirmar o diagnóstico do estrabismo, como os de acuidade visual e de fundo de olho.

Toda a musculatura extraocular e suas inervações são avaliadas à procura de possíveis alterações. Em geral, o paciente precisa fixar o olhar em um ponto, enquanto o clínico manipula um oclusor manual ou induz o reflexo luminoso corneal.

O estrabismo é uma condição na qual os olhos não se encontram paralelos entre si, ou seja, estão desalinhados. O efeito é os olhos não olharem ao mesmo tempo para uma única direção.

Cada pessoa apresenta um grau de desvio diferente. Alguns tipos de desvio podem ser corrigidos com óculos, outros com exercícios ortópticos e existe também a opção de aplicação de toxina butolínica no músculo ocular. Quando nenhuma destas alternativas é possível, ou de acordo com o desejo do paciente, recorre-se à cirurgia de estrabismo.

A cirurgia de correção de estrabismo consiste na mudança da posição dos músculos responsáveis pelos movimentos dos olhos. O paciente é anestesiado e não sente dor.

A cirurgia de estrabismo é um procedimento realizado num único dia. O paciente passa apenas umas horas no hospital com uma preparação pré-operatória mínima. A duração média da cirurgia é variável, em geral de meia hora a uma hora e meia.

Na técnica convencional, chamada de limbar, o olho do paciente é aberto com a ajuda de um aparelho, o cirurgião faz um corte na parte branca do olho, chamada conjuntiva, e busca os músculos que sofrerão as alterações, com o auxílio de pinças e demais equipamentos médicos.

Caso os músculos estejam contraídos demais, puxando o olho, a cirurgia irá distendê-lo, mudando o lugar onde o músculo adere ao olho. Se o estrabismo é motivado pelo músculo que está muito distendido, é preciso retraí-lo. Nesse caso, um pequeno pedaço dele é cortado, deixando-o mais curto e tensionado, “segurando” o olho com mais força.

O cirurgião ajusta os músculos em seus lugares adequados por meio de pontos, assim como é feito com o fechamento da incisão na conjuntiva (a membrana mucosa que cobre a parte branca do olho). Esses pontos são absorvíveis e caem espontaneamente em torno de 20 dias.

A cirurgia de estrabismo não é perigosa. É uma cirurgia considerada de baixo risco. É a terceira cirurgia mais feita nos Estados Unidos no campo das cirurgias oculares e vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil.

A cirurgia minimamente invasiva do estrabismo é uma técnica que utiliza incisões menores do que a intervenção cirúrgica convencional (limbar) para corrigir o desalinhamento dos olhos, minimizando assim a disrupção tecidual.

Neste tipo de intervenção, é mais frequente o uso do microscópio cirúrgico em lugar da lente. Em vez de uma grande abertura da conjuntiva como no caso da técnica limbar, o acesso ao campo operatório se dá por pequenas incisões na proximidade do músculo a ser operado. São feitas duas mini-incisões e entre elas forma-se uma espécie de corredor pelo qual o cirurgião insere o instrumento para o tratamento dos músculos oculomotores.

Esse tipo de cirurgia reduz significativamente a frequência e a gravidade das complicações corneanas como, por exemplo, a síndrome do olho seco e o afinamento da córnea. Além disso, possibilita que o uso das lentes de contato ocorra mais cedo.

Os benefícios de longo prazo são o impedimento do aumento da vermelhidão da conjuntiva visível e a redução do tecido cicatricial, o que facilitará as reintervenções – caso venham a ser necessárias.

A recuperação da cirurgia de estrabismo é rápida. O paciente sai da sala de cirurgia com os olhos abertos e enxergando, sem necessidade de curativos ou tampões. As recomendações são as seguintes:

  • Evitar conduzir veículos ou outros meios de locomoção no dia após a cirurgia
  • Retomar a rotina de trabalho ou estudos apenas entre 2 e 7 dias após a cirurgia, a depender de como o paciente sente os sintomas pós-operatório
  • Usar os colírios prescritos e outros remédios possivelmente prescritos pelo médico

Nos dias seguintes à operação, o olho operado poderá apresentar alguma dor de nível leve a moderado e vermelhidão. Pessoas recém-operadas costumam sentir um pequeno desconforto, parecido com a sensação de areia nos olhos, assim como algum incômodo ao movimentarem os olhos em determinada direção. Todos esses sintomas podem levar de três dias a quatro semanas.

Caso a técnica minimamente invasiva tenha sido a escolhida, o desconforto nesse período será menor. Se for necessário amenizar a dor, o oftalmologista pode prescrever o uso de compressas geladas sobre a área operada durante alguns dias.

O paciente poderá retomar a sua rotina de trabalho e estudos entre dois a sete dias depois da operação. Já atividades físicas mais intensas ou que envolvam água devem ser evitadas por duas semanas, para evitar riscos de infecção.

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